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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Base Curricular para a Educação Infantil

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Aprender para conviver.


Historicamente a educação infantil não havia sido organizada com bases claras e evidentes, visando o desenvolvimento global e respeitando as diferentes fases do seu desenvolvimento.
As orientações da Base Curricular são vistas como um divisor de águas. O texto traz uma divisão por faixa etária e, em meio a seus "direitos de aprendizagem", cita pontos como " conviver com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens"; explorar movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções.Educadores apontam, porém, alguns pontos sensíveis.
 A educação infantil ainda é uma etapa sensível e suscita muito debate. Então como o documento coloca de maneira clara a necessidade de imprimir intencionalidade na educação infantil, é necessário um cuidado. Essa intencionalidade tem que saber respeitar o ritmo da criança e permitir que uma criança com dificuldade possa se desenvolver no tempo.

Referências;
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_publicacao.pdf

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

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"Quando não respeitada gera o sequestro de ambas as partes, tanto de quem ensina quanto de quem aprende." Cortella


Quando pensamos em sequestro, a ideia inicial é de pessoas sendo confinadas, mantidas incomunicáveis. tendo o seu direito de ir e vir desrespeitados.

Mas há um sequestro subjetivo que ocorre sem que muitos percebam, e este ocorre em nosso cotidiano escolar.
Nossas escolas estão lotadas de crianças , adolescentes e jovens desassistidos em seu direito de receber um ensino de qualidade em um ambiante previamente preparado e favorável ao desenvolvimento globalizado. Sequestrados pelos efeitos do descaso de políticas predatórias.
 Surpresa insólita, que torna toda possibilidade de crescimento refém da demanda de políticas públicas excludentes que aviltam o processo de ensino aprendizagem e subjugam os direitos sociais e a educação.
"Mais especificamente na política educacional, ao mesmo tempo em que avançamos na luta por uma educação para todos, o Estado passa de executor a apenas o avaliador e indutor da qualidade através da avaliação. A gestão democrática passa a dar lugar para a gestão empresarial, já que o mercado é parâmetro de qualidade. Encerro ressaltando que a grande questão atual é a função social da escola neste período particular do capitalismo de tantas mudanças. O capital sabe muito bem que escola quer, e os que querem superá-lo, devem começar a ser mais propositivos depois de décadas na defensiva. É o que proponho para o debate nesta mesa na ANPED SUL." (  Peroni,Vera Maria Vidal , Políticas públicas e gestão da educação em tempos de redefinição do papel do estado) 

Referências:
Link: https://www.youtube.com/watch?v=pL6K_jHe6t
_______. Mudanças na configuração do Estado e sua influência na política educacional. In: PERONI, V. M. V., BAZZO, V. L. , PEGORARO, L. (org.) Dilemas da educação brasileira em tempos de globalização neoliberal: entre o público e o privado. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2006. PERONI, Vera M. Vidal. Conexões entre o público e o privado no financiamento e gestão da escola pública. In ECCOS: Revista Científica. Vol. 8, p. 111-132, jan./jun., São Paulo, 2006a . PERONI, Vera.Perspectivas da gestão democrática da educação: avaliação institucional In: Gestão escolar democrática: concepções e vivências. 1 ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2006b, v.1, p. 149-155 




segunda-feira, 5 de junho de 2017

Neurociência em benefício da Educação

Resultado de imagem para imagem sobre a neurociência

A Neurociência tem se debruçado favoravelmente em auxílio à educação e é uma excelente ferramenta de apoio ao processo ensino aprendizagem.


Conclusões da área sobre como o cérebro aprende trazem à tona questões tratadas por grandes teóricos da Psicologia, como Piaget, Vygotsky, Wallon e Ausubel e suas reflexões  enriqueceram as discussões sobre o ensino propiciando um amplo entendimento sobre o assunto.
A emoção interfere no processo de retenção de informação. É preciso motivação para aprender. A atenção é fundamental na aprendizagem. O cérebro se modifica em contato com o meio durante toda a vida. A formação da memória é mais efetiva quando a nova informação é associada a um conhecimento prévio. Para a maioria dos professores, essas afirmações podem não ser inovadoras, seja por causa da sua experiência em sala, seja por ter estudado Jean Piaget (1896-1980), Lev Vygotsky (1896- 1934), Henri Wallon (1879-1962) e David Ausubel (1918-2008), a maioria da área da Psicologia cognitiva. A novidade é que as conclusões são fruto de investigações neurológicas recentes sobre o funcionamento cerebral. Maria Montessori exaltava o período conceituado por ela como “mente absorvente” onde as sinapses de aprendizagem ocorrem com fluidez nos anos iniciais do aprendiz.
Aprender sobre o funcionamento cerebral é imprescindível na atualidade, pois proporciona o mapeamento aos estímulos e recursos que irão ao encontro das necessidades educacionais de nosso alunos.
Oportunamente participei de algumas  vídeo - aula conferência com a Psicomotricista e Pedagoga Luciana Brites e seu marido Clay Brites, que é médico Neurologista infantil que possui cursos de aperfeiçoamento no exterior.  Este casal tem auxiliado professores, pais e todas as pessoas que tem interesse em saber um pouco mais sobre o assunto.
Educar é proporcionar oportunidades e orientação para aprendizagem, para aquisição de novos comportamentos. Aprendizagem, por sua vez, requer várias funções mentais como atenção, memória, percepção, emoção, função executiva, entre outras. E, portanto, depende do cérebro. O Sistema Nervoso (SN), por meio de seu integrante mais complexo, o cérebro, recebe e processa os estímulos ambientais e elabora respostas adaptativas que garantem a sobrevivência do indivíduo e a preservação da espécie 

O que hoje a Neurociência defende sobre o processo de aprendizagem se assemelha ao que os teóricos mostravam por diferentes caminhos em um trabalho concomitante a Neurociência.
Sabemos, por exemplo, com base em evidências neurocientíficas, que há uma correlação entre um ambiente rico e o aumento das sinapses (conexões entre as células cerebrais).
 Mas quem define o que é um meio estimulante para cada tipo de aprendizado?
 Quais devem ser as intervenções para intensificar o efeito do meio?
 Como o aluno irá reagir?
 "A Neurociência não fornece estratégias de ensino. Isso é trabalho da Pedagogia, por meio das didáticas", diz Hamilton Haddad, do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da USP.
 Como, então, o professor pode enriquecer o processo de ensino e aprendizagem usando as contribuições da Neurociência?
Esta e outra questões questões poderão ter maiores esclarecimentos ao assistir e acessar os links abaixo.
Referências:
https://www.youtube.com/channel/UCghJZXv-Cg90zgdeTZCt_-A
https://www.youtube.com/watch?v=14szkr_MnCM